TOFFOLI BARRA CAMPANHA DE RENAN SANTOS EM DECISÃO ARBITRÁRIA, RADICAL E ABSURDA
TOFFOLI BARRA CAMPANHA DE RENAN SANTOS EM DECISÃO ARBITRÁRIA, RADICAL E ABSURDA
Tonet por Tonet
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Numa decisão monocrática e alegando uma série de irregularidades cometidas contra a atual legislação eleitora, o ministro Dias Toffoli suspendeu a propaganda eleitoral do candidato a presidente do Missão, Renan Santos.
Toffoli justificou sua decisão pelo fato de que Renan por conta de perfis não informados à Justiça Eleitoral. Além disso, o candidato também está proibido de ter acesso a recursos do funcho partidário e ainda do direito de participar em debates de rádio, TV, podcasts e outros meios de comunicação.
REAÇÃO E REPERCUSSÃO
Ao tomar conhecimento da decisão, Renan Santos reagiu imediatamente e classificou a medida de “inflexão autoritária” e disse que a defesa irá apresentar um mandado de segurança ao presidente do TSE, Cassio Nunes Marques pedido a revogação da decisão.
Para um dos advogados do candidato do Missão, Arthur Rollo, “a proibição de participação em debates e sabatinas inviabiliza de forma irreversível a campanha”.
Juristas e especialistas em Direito Eleitoral além de jornalistas e articulistas politicos reagiram à decisão do ministro da Suprema Corte e dispararam criticas contundentes a Dias Toffoli.
Lembrando que, o ministro esteve envolvido em uma série de irregularidades juntamente com membros da sua família num episódio que foi conhecido como “o caso Taiaá”. Uma alusão à uma compra de um resort localizado no Paraná cuja transação foi feita através de uma financeira Reag, instituição citada na operação “Carbono Oculto”. Que está vinculada à um grande esquema de lavagem de dinheiro para o PCC, investigado no escândalo do Banco Master.